PROPORCIONAR ENCONTROS, COMPARTILHAR TÉCNICAS, INVESTIGAR POÉTICAS. CORPOS POLÍTICOS, PLURAIS.

Texto Curatorial
Criar a partir do corpo, desde o corpo, dentro e fora dele.
Nos dedicamos a imaginar uma ocasião, um convite aberto para a criação de uma convergência múltipla de corporeidades. Nos propusemos a refazer perguntas inaugurais, “o que pode o corpo?” - ou, ainda, antes, “o que é o corpo?” - e assim, trazer para perto artistas e suas percepções-criações.
Para comemorar 12 anos da Súbita Companhia de Teatro, idealizamos uma celebração-encontro, que nos parecia importante ser internacional, onde pudéssemos reunir corpos para mover/pensar/inspirar/ouvir sobre investigações cênicas.


Corpos Poéticos surge do desejo de compartilhar com artistas que abraçam as questões sobre o corpo, suas poéticas e seus desdobramentos cênicos. Como as técnicas e práticas físicas potencializam a poética da cena? De que forma o que pensamos enquanto artistas, enquanto trabalho artístico, se revela no corpo?
Se o teatro é a arte do encontro, de 13 a 25 de Outubro, reafirmaremos sua vocação promovendo um espaço vivo de compartilhamento artístico, tão urgente em nosso momento histórico. Porque, se é verdade que corpos são todos poéticos, é porque fazemos disso pesquisa, investigação, discurso, dramaturgia, arte - é porque ocupamos a cidade com uma poesia viva, respirável.


Esses anos de trajetória da Companhia foram permeados por vivências com diferentes artistas e técnicas que somaram inquietações aos nossos modos de criação. Os interesses que compõem nossa linguagem cênica, articulam questões de atuação, treinamentos, dramaturgia, direção, o fazer contemporâneo e o teatro físico.
Estão reunidos nessa programação oficinas, falas públicas, mostras de processo, apresentações de trabalhos e mesas de conversa, que gostaríamos de compartilhar com o maior número de pessoas possível.


A primeira edição de Corpos Poéticos - Encontro Internacional de Investigações Cênicas é um evento que reitera a urgência da arte como um fazer engajado na elaboração de novos imaginários, apontando para variados formatos de partilhar conhecimentos e fortalecer nossas presenças.
Estarão reunidos em Curitiba, os artistas Kameron Steele (EUA), Ana Woolf (Argentina), Jé Oliveira (Brasil), Lucienne Guedes (Brasil), Iván Haidar (Argentina), Carlos Simioni (Brasil), Marisa Naspolini (Brasil) e Stela Fischer (Brasil), que em suas especificidades apresentam - para além dos temas - um caminho possível para se borrar as fronteiras, limites e demarcações do próprio teatro e suas afirmações.

Bem-vindas(os) ao Encontro!
Francisco Mallmann, Janaina Matter, Maira Lour e Vitor Schühli


Texto Curatorial
Crear desde el cuerpo, dentro y fuera de él.
Nos dedicamos a imaginar una ocasión, una invitación abierta para la creación de una múltiple convergencia de corporalidades. Nos propusimos hacer preguntas inaugurales, "¿qué puede el cuerpo?" - o, aún, antes, "¿qué es el cuerpo?" - y así, acercar artistas y sus percepciones-creaciones.
Para celebrar los 12 años de la Súbita Compañía de Teatro, idealizamos este encuentro, que nos parecía importante ser internacional, para que pudiéramos reunir cuerpos para mover / pensar / inspirar / oír sobre investigaciones escénicas.


Cuerpos Poéticos surge del deseo de compartir con artistas que abrazan los temas relacionados con el cuerpo, sus poéticas y sus desdoblamientos escénicos. ¿Cómo las técnicas y prácticas físicas potencian la poética de la escena? ¿De qué forma lo que pensamos como artistas, como laburo artístico, se desvela en el cuerpo?
Si el teatro es el arte del encuentro, del 13 al 25 de octubre, vamos reafirmar su vocación planteando un espacio vivo de compartir artístico, tan urgente en nuestro momento histórico. Porque, si es verdad que los cuerpos son todos poéticos, es porque hacemos de eso investigación, discurso, dramaturgia, arte - es porque ocupamos la ciudad con una poesía viva, transpirable.


Estos años de trayectoria de la Compañía estuvieron llenos de experiencias con diferentes artistas y técnicas que agregaron inquietudes a nuestras formas de creación. Los intereses que componen nuestro lenguaje escénico, articulan temas de actuación, entrenamientos, dramaturgia, dirección, el hacer contemporáneo y el teatro físico.
Están reunidas en esta programación talleres, charlas públicas, muestras de proceso, demostraciones de trabajos y mesas de conversación, que queremos compartir con el mayor número de personas posible.


La primera edición de Cuerpos Poéticos - Encuentro Internacional de Investigaciones Escénicas es un evento que afirma la urgencia del arte como un hacer comprometido en la elaboración de nuevos imaginarios, apuntando a distintas formas de compartir conocimientos y fortalecer nuestras presencias.
Estarán en Curitiba los artistas Kameron Steele (EEUU), Ana Woolf (Argentina), Jé Oliveira (Brasil), Lucienne Guedes (Brasil), Iván Haidar (Argentina), Carlos Simioni (Brasil), Marisa Naspolini (Brasil) y Stela Fischer (Brasil), que en sus especificidades presentan - además de los temas - un camino posible para borrar las fronteras, límites y demarcaciones del propio teatro y sus afirmaciones.

¡Bienvenidos al Encuentro!
Francisco Mallmann, Janaina Matter, Maira Lour y Vitor Schühli

OFICINAS / TALLER

IVÁN HAIDAR
14 e 15 OUT 9h-13h
8 HORAS
Investimento R$ 60,00
¿cual es el valor? R$ 60,00 ou Inversión  
CLICK AQUI E INSCREVA-SE / INSCRIBETE

Corpo e Tecnologia: Corpo e tecnologia no teatro é uma oficina de pesquisa para produzir novos canais de comunicação entre artista/obra/público, onde o uso da tecnologia no teatro, seus formatos potenciais e a aplicabilidade do contexto são questionados, problematizados e tornados mais complexos, a fim de despertar o interesse em criadores, intérpretes e diretores de teatro para suas próprias produções e pesquisas, e finalmente no público. O convite é destinado a artistas de todas as disciplinas que queiram desenvolver uma pesquisa no campo da composição. Improvisadores, dançarinos, atores, músicos, artistas visuais e artistas audiovisuais, poetas, dramaturgos e trabalhadores das artes em geral. A oficina propõe o exercício do observar para compor e o estudo de diferentes formas de traduzir um estímulo em um acontecimento, dando enfoque à criação de dispositivos cênicos alimentados de qualquer tipo de linguagem: dramaturgias sonoras, sequência de imagens, relatos visuais, mapas poéticos, e qualquer dispositivo emergente.

Iván Haidar é argentino, oriundo da cidade de La Plata. Desenvolve uma pesquisa em torno da produção de dispositivos cênicos, a criação de linguagens e experiências do corpo na performance. Como gestor em sua cidade, ele participa da criação de contextos que estimulam a diversidade cultural e a experimentação. Desde 2015, ele faz parte da Companhia Re.Al. Dirigido por João Fiadeiro em Lisboa.  

Cuerpo y Tecnología: Cuerpo y tecnología en el teatro es un taller de investigación para producir nuevos medios de comunicación entre artista/obra/público, donde el uso de la tecnología en el teatro, sus formatos potenciales y la aplicabilidad del contexto son cuestionados, problematizados y complejizados, a fin de que se interesen creadores, intérpretes y directores de teatro para sus propias producciones e investigaciones y, finalmente, el público. La invitación se hace a artistas de todas las disciplinas que quieran desarrollar una investigación en el campo de la composición. Improvisadores, bailarines, actores, músicos, artistas visuales y artistas audiovisuales, poetas, dramaturgos y trabajadores de las artes en general. El taller propone el ejercicio de observar para componer y el estudio de las diferentes formas de traducir un estímulo en un acontecimiento, poniendo el foco en la creación de dispositivos escénicos alimentados de cualquier tipo de lenguaje: dramaturgia del sonido, secuencia de imágenes, relatos visuales, mapas poéticos y cualquier dispositivo emergente.

Iván Haidar es argentino de La Plata. Investiga la producción de dispositivos escénicos, la creación de lenguajes y experiencias del cuerpo en la performance. Como gestor en su ciudad, participa en la creación de contextos que estimulan la diversidad cultural y la experimentación. Desde el año 2015, forma parte de la Compañía Re.Al.,dirigida por João Fiadeiro, en Lisboa.


ANA WOOLF
14, 15, 16 e 17 OUT 14h-17h
12 HORAS
Investimento R$ 80,00
¿cual es el valor? R$ 80,00 ou Inversión

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Koshi or not koshi Del entrenamento a consciência milimétrica do corpo-mente. Do espaço privado ao publico: da sala a representaçao Aproximação através do um treinamento particular desenvolvido por Ana Woolf ao conceito do Presença. Presença do corpo, presença da voz. Presença de um corpo/voz orgânico que começará a funcionar como corpo/voz significante, apenas coloquemos um pé sobre a cena. Serão desenvolvidos diferentes exercícios físicos e vocais que pertencem a técnicas orientais e ocidentais. Através deles pesquisaremos a afinação máxima do nosso instrumento, o prepararemos para estar disponível, no seu ponto exato para o momento da interpretação: solo ou sinfonia. Primeira parte: o acercamento a través do um entrenamento particular desenvolvido por Ana Woolf ao conceito do Presença. Presença do corpo, presença da voz. Presença de um corpo/voz organico que começara a funcionar como corpo/voz significante apenas coloquemos um pé sobre a cena. Se desenvolveram diferentes exercicios fisicos e vocales que pertenecem a técnicas orientaes e occidentaes. A través de eles pesquisaremos a afinaçao máxima do nosso instrumento, o prepararemos para estar disponível, no seu justo punto para o momento da interpretaçao: solista o sinfónica. Acercamento primario e desde o corpo a conceitos teóricos como presença, energia do açao, açao, organicidade. Pesquisa sobre diferentes qualidades de energia para tentar comprender como e o que podemos fazer para que elas virem funcionaes, para poder manipular-as de forma que estejam disponívels para o trabalho do instrumentista (actriz/actor/ considerado-os “actantes”). Segunda parte: desde a afinaçao do instrumento a execuçao da partitura. Construçao do materiaes individuaes. Creaçao do um dialogo entre os materiaes individuaes com os materiaes do tudo o grupo. Aproximaçao ao conceito do dialogo fisico/vocal. Açao-Reaçao. Escuta. Incorporaçao do um ultimo elemento/partenaire: o texto.

Ana Woolf ​Atriz, diretora e professora integrante da ISTA - International School of Theater Anthropology - ciência criada e difundida por Eugenio Barba (Odin Teatret, Dinamarca). É artista residente do NTL Nordisk Teaterlaboratorium. Discípula de Júlia Varley que dirigiu dois trabalhos solos:Sementes de Memória, Branca é a noite e a demonstração de trabalho - espetáculo Atrás da Cortina. Assistente de direção de Eugenio Barba em projetos internacionais. Desenvolveu um treinamento pessoal baseado em técnicas orientais e ritmos latinoamericanos. MInistra seminários na Europa, Asia e América Latina. Dirige e colabora com companhias na França, Italia, Brasil, Dinamarca, Bolivia e Argentina. Autora de artigos de reflexão sobre teatro, publicados em diferentes revistas teatrais por diversos países e tradutora para espanhol de diversos livros de Eugenio Barba, Julia Varley e Iben Nagel Rasmussen.

Koshi or not koshi Del entrenamiento a la conciencia milimétrica del cuerpo-mente. Del espacio privado al público: de la sala a la representación. Aproximación a través de un entrenamiento particular desarrollado por Ana Woolf al concepto de Presencia. Presencia del cuerpo, presencia de la voz. Presencia de un cuerpo/voz orgánico que pasará a funcionar como cuerpo/voz significante, del momento en que se ponga un pié sobre la escena. Se realizarán diferentes ejercicios físicos y vocales que pertenecen a técnicas orientales y occidentales. A través de ellos investigaremos la afinación máxima de nuestro instrumento, lo preparamos para estar disponible, en su punto exacto para el momento de la interpretación: solo o sinfonía. Primera parte: el acercamiento a través del un entrenamiento particular desarrollado por Ana Woolf al concepto de Presencia. Presencia del cuerpo, presencia de la voz. Presencia de un cuerpo/voz orgánico que pasó a funcionar como cuerpo/voz significante, del momento en que se ponga un pié sobre la escena. Se realizarán diferentes ejercicios físicos y vocales que pertenecen a técnicas orientales y occidentales. A través de ellos investigaremos la afinación máxima de nuestro instrumento, lo preparamos para estar disponible, en su punto exacto para el momento de la interpretación: solo o sinfonía. Acercamiento primario y desde el cuerpo a conceptos teóricos como presencia, energía de la acción, acción, organicidad. La investigación sobre diferentes calidades de energía para intentar comprender cómo y qué podemos hacer para que sean funcionales, para poder usarlas de forma que estén disponibles para el trabajo del instrumentista (actriz/actor/ considerados como "actantes"). Segunda parte: desde la afinación del instrumento a la ejecución de la partitura. Construcción de materiales individuales. Creación de un diálogo entre los materiales individuales con los materiales de todo el grupo. Aproximación al concepto del diálogo físico/vocal. Acción-reacción. Escucha. Incorporación del último elemento / partenaire: el texto.

Ana Woolf Actriz, directora y profesora integrante de la ISTA - International School of Theater Anthropology - ciencia creada y difundida por Eugenio Barba (Odin Teatret, Dinamarca). Es artista residente del NTL Nordisk Teaterlaboratorium. Discípula de Júlia Varley que dirigió dos trabajos unipersonales: Sementes de Memória, Branca é a noite y la demostración de trabajo - espectáculo Atrás da Cortina. Asistente de dirección de Eugenio Barba en proyectos internacionales. Desarrolló un entrenamiento personal basado en técnicas orientales y ritmos latinoamericanos. Imparte seminarios en Europa, Asia y Latinoamérica. Dirige y colabora con compañías en Francia, Italia, Brasil, Dinamarca, Bolivia y Argentina. Autora de artículos de reflexión sobre teatro, publicados en diferentes revistas teatrales por diversos países y traductora para español de diversos libros de Eugenio Barba, Julia Varley e Iben Nagel Rasmussen.


CARLOS SIMONI
16, 17 e 18 OUT 09h - 12h
9 HORAS
Investimento R$ 60,00
¿cual es el valor? R$ 60,00 ou Inversión

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O Corpo da Voz A oficina trabalha a voz como corpo. Primeiro desenvolve-se a estrutura física muscular da voz. Entende-se como estrutura corporal para a voz, a ativação da musculatura, o controle dos impulsos oriundos do trabalho energético, a construção do corpo dilatado e sua presença cênica e a distribuição da energia para o espaço. A partir desta estrutura fixada, encontra-se a musculatura necessária para descobrir os ressonadores vocais, a vibração da voz, a voz e a dimensão física da voz dilatada de cada ator.

Carlos Simioni Ator, pesquisador e diretor. Fundador do LUME Teatro juntamente com Luís Otávio Burnier, trabalha na elaboração, codificação e sistematização de técnicas corpóreas e vocais de representação para o ator.

El Cuerpo de la Voz El taller trabaja la voz como cuerpo. Primero se desarrolla la estructura física muscular de la voz. Se entiende como estructura corporal para la voz, la activación de la musculatura, el control de los impulsos que vienen del trabajo energético, la construcción del cuerpo dilatado y su presencia escénica y la distribución de la energía al espacio. Desde esta estructura, se encuentra la musculatura necesaria para descubrir los resonadores vocales, la vibración de la voz, la voz y la dimensión física de la voz dilatada de cada actor.

Carlos Simioni Actor, investigador y director. Fundador del LUME Teatro junto con Luis Otávio Burnier, trabaja en la elaboración, codificación y sistematización de técnicas corpóreas y vocales de representación para el actor.


LUCIENNE GUEDES
19, 20 e 21 OUT 9h - 12h
9 HORAS
Investimento R$ 60,00
¿cual es el valor? R$ 60,00 ou Inversión

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O Trabalho de Criação de Arizes e Atores Diante de um Texto Teatral O trabalho de criação de atrizes e atores diante de um texto teatral O engajamento dos atores diante de uma dramaturgia criada em processo colaborativo parece espontâneo, inevitável. Tendemos a pensar que, quando a dramaturgia “vem do ator”, há um ganho para o trabalho. Qual a natureza dessa percepção? O que queremos, nós, os atores, com os espetáculos que fazemos? É possível que o engajamento venha por outros caminhos também? Ou melhor: de quais procedimentos e dinâmicas o ator pode lançar mão para se aproximar das traduções cênicas de suas próprias ideias, de um tema proposto por outro artista ou de um texto já existente? Qual o alcance e a efetividade de sua criação e, portanto, de seu engajamento com a obra? A oficina propõe quatro dias de trabalho prático a partir dessa discussão. A ideia é compartilhar alguns procedimentos de criação, com foco na relação das atrizes e dos atores com a dramaturgia, seja em processo colaborativo ou não. O objetivo é ampliar a discussão sobre os processos de criação e aproximar os participantes de seus próprios ideais de cena e desejos relacionais com o público.

Lucienne Guedes Fahrer é dramaturga, atriz, diretora, professora e pesquisadora. É graduada e doutora pela USP, atriz fundadora do Teatro da Vertigem, grupo com o qual realizou os espetáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse 1,11 (2000), A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014), Enquanto Ela Dormia (2017), entre outras colaborações. Lucienne Guedes tem trabalhado como artista colaboradora com vários grupos na Cidade de São Paulo, como por exemplo o Teatro de Narradores, Cia. Balagan e Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. É professora da Universidade Federal de Ouro Preto, e em 2019 foi aprovada em primeiro lugar para ser professora de Interpretação e Direção na UNICAMP/SP .

El Trabajo de Creación de Actices y Actores Delanteros de un Texto Teatral El trabajo de creación de actrices y actores frente a un texto teatral El compromiso de los actores frente a una dramaturgia creada en proceso colaborativo parece espontáneo, inevitable. Solimos pensar que, cuando la dramaturgia "viene del actor", hay una ganancia para el trabajo. ¿Cuál es la naturaleza de esa percepción? ¿Qué queremos, nosotros, los actores, con los espectáculos que hacemos? ¿Es posible que el compromiso venga igualmente por otros caminos? O mejor: ¿de qué procedimientos y dinámicas el actor puede valerse para acercarse a las traducciones escénicas de sus propias ideas, de un tema propuesto por otro artista o de un texto existente? ¿Cuál es el alcance y la efectividad de su creación y, por lo tanto, de su compromiso con la obra? El taller propone cuatro días de trabajo práctico partiendo de esta discusión. La idea es compartir algunos procedimientos de creación, con foco en la relación de las actrices y actores con la dramaturgia, ya sea en proceso colaborativo o no. El objetivo es ampliar la discusión sobre los procesos de creación y acercar a los participantes de sus propios ideales de escena y deseos relacionados con el público.

Lucienne Guedes Fahrer es dramaturga, actriz, directora, profesora e investigadora. Es graduada y doctora por la USP, actriz fundadora del Teatro da Vertigem, grupo con el que realizó los espectáculos O Paraíso Perdido (1992), Apocalipse 1,11 (2000), A Última Palavra é a Penúltima 2.0 (2014), Enquanto Ela Dormia (2017), entre otras colaboraciones. Lucienne Guedes ha trabajado como artista colaboradora con varios grupos en São Paulo, como el Teatro de Narradores, Cia. Balagan y Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Es profesora de la Universidade Federal de Ouro Preto, y en 2019 fue aprobada en primer lugar como profesora de Interpretación y Dirección en UNICAMP/SP.


KAMERON STEELE
21, 22, 23, 24 e 25 OUT 9h - 12h / 14H - 17H
30 HORAS
Investimento R$ 100,00
¿cual es el valor? R$ 100,00 ou Inversión

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Método Suzuki para Atrizes e Atores Desenvolvido pelo aclamado diretor japonês Tadashi Suzuki e a SCOT Company de Toga, Japão, a principal questão do método está em recuperar a integridade do corpo para o contexto teatral e descobrindo as habilidades expressivas inatas do ator. Uma disciplina física rigorosa desenhada a partir de diversas influências como ballet, teatro tradicional japonês e grego e artes marciais, o treinamento busca iluminar o poder emocional e físico dos atores e o compromisso com cada momento no palco. A atenção é na parte inferior do corpo e um vocabulário de trabalho de pés e refinamento do controle da respiração e da concentração. Para o diretor Suzuki a atuação começa e termina com os pés. Diversos exercícios incluem formas controladas e repetitivas de pisar e agachar, que geram um centro do corpo conectado, levando o corpo à beira da exaustão.

Kameron Steele​ Trabalha como ator profissional no teatro e em produções cinematográficas desde 1991 e como diretor de produções profissionais desde 2000. Atualmente atua como palestrante visitante na Faculdade Williams, é diretor do Programa de Treinamento de Verão para a Companhia Suzuki de Toga (SCOT Company), no Japão e é co-diretor artístico do The South Wing/Ala Sur em Mendoza, Argentina. Professor Mestre do treinamento no Método Suzuki para Atores, Kameron tem atuado como membro da companhia de teatro de Tadashi Suzuki de 1989 a 1994 e de 2009 até o presente. Foi também artista residente no Centro Watermill do Robert Wilson de 1998 a 2008 e do Centro de artes HERE em Nova Iorque de 2007 a 2011. Trabalha como diretor nos EUA, Mexico, Argentina, Espanha e Bélgica. É fluente nos idiomas inglês, espanhol e japonês.

Método Suzuki para Actrices y Actores Desarrollado por el aclamado director japonés Tadashi Suzuki y la SCOT Company de Toga, Japón, la idea principal del método es recuperar la integridad del cuerpo para el contexto teatral y descubrir las habilidades expresivas innatas del actor. Una disciplina física rigurosa diseñada a partir de diversas influencias como ballet, teatro tradicional japonés y griego y artes marciales, el entrenamiento busca iluminar el poder emocional y físico de los actores y el compromiso con cada momento en el escenario. La atención está en la parte inferior del cuerpo y un vocabulario de trabajo de pies y refinamiento del control de la respiración y de la concentración. Para el director Suzuki la actuación comienza y termina con los pies. Diversos ejercicios incluyen formas controladas y repetidas de pisar y agachar, que generan un centro del cuerpo conectado, llevando el cuerpo al borde del agotamiento.

Kameron Steele Trabaja como actor profesional en el teatro y en producciones cinematográficas desde 1991 y como director de producciones profesionales desde 2000. Actualmente es conferencista visitante en la Facultad Williams, es director del Programa de Entrenamiento de Verano para la Compañía Suzuki de Toga (SCOT Company) Japón y es co-director artístico de The South Wing /Ala Sur en Mendoza, Argentina. Profesor Maestro del entrenamiento en el Método Suzuki para Actores, Kameron ha actuado como miembro de la compañía de teatro de Tadashi Suzuki de 1989 a 1994 y de 2009 hasta el presente. Fué artista residente en el Centro Watermill de Robert Wilson de 1998 a 2008 y del Centro de artes HERE en Nueva York de 2007 a 2011. Trabaja como director en Estados Unidos, México, Argentina, España y Bélgica. Es fluente en los idiomas inglés, español y japonés.


JÉ OLIVEIRA
22 OUT 9h - 12h / 14h -17h 
3 HORAS
Investimento R$ 60,00
¿cual es el valor? R$ 60,00 ou Inversión

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Oficina: A voz que nos resta A oficina se versará acerca de expedientes dramáticos, épicos e líricos desenvolvido por e com o estado de presença cênica dos/as artistas. Nos debruçaremos, de forma prática-teórica, sobre trechos do texto Gota D’Água (1975) de Chico Buarque e Paulo Pontes para experienciar o trato com a palavra falada e cantada entendida como poesia e ponto de vista político perante o mundo. O diretor Jé Oliveira compartilhará alguns procedimentos contidos e desenvolvidos no processo de montagem do espetáculo Gota D’Água {PRETA}.

Jé Oliveira está graduando-se em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo-USP. Ator, diretor e dramaturgo do Coletivo Negro, formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Leciona dramaturgia no SESI Curitiba e por todo o pais pelo projeto “Sesc Dramaturgias”. Atualmente está circulando o país com Gota D’Água {PRETA}. “Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens”, lhe rendeu a contemplação no 9o Olhares da Cena em 2019 e no 6o Prêmio Questão de Crítica em 2017.

Taller: La voz que nos resta El taller hablará sobre expedientes dramáticos, épicos y líricos desarrollados por y con el estado de presencia escénica de los / las artistas. Nos ocuparemos de forma práctica-teórica de extractos del texto Gota D’Água (1975) de Chico Buarque e Paulo Pontes para provar la relación con la palabra hablada y cantada, entendida como poesia y punto de vista político frente al mundo. El director Jé Oliveira compartirá algunos procedimientos desarrollados en el proceso de montaje del espectáculo Gota D'Água {PRETA}.

Jé Oliveira se está graduando en Ciencias Sociales en la Universidad de São Paulo-USP. Actor, director y dramaturgo del Colectivo Negro, graduado por la Escola Livre de Teatro de Santo André. Enseña dramaturgia en SESI Curitiba y por todo Brasil por el proyecto "Sesc Dramaturgias". Actualmente está de gira con Gota D'Água {PRETA}. Con "Harina con Azúcar o Sobre el Sustento de Niños y Hombres", fué premiado en 9o Olhares da Cena en 2019 y en 6o Prêmio Questão de Crítica en 2017.

MESAS DE CONVERSA E FALAS PÚBLICAS / ​MESAS DE CONVERSACIÓN Y CHARLAS PÚBLICAS

ANA WOOLF e CARLOS SIMIONI

17 OUT 19h30

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS
EVENTO GRATUITO

De que forma o que pensamos enquanto artistas, enquanto trabalho artístico, se revela no corpo
Convidamos os artistas Anna Woolf e Carlos Simioni para, nessa ocasião, articularem seus trabalhos e trajetórias a partir da questão que nomeia a conversa. A conversa é aberta ao público e propõe interação entre os participantes e os presentes.

¿De qué forma lo que pensamos como artistas, como laburo artístico, se desvela en el cuerpo?
Invitamos a los artistas Anna Woolf y Carlos Simioni para articular sus trabajos y trayectorias desde el tema que nombra esta conversación. La conversación es abierta al público y propone la interacción entre los participantes y los presentes.


ANA WOOLF e KAMERON STEELE

21 OUT 19h30

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS
EVENTO GRATUITO

Como as técnicas e práticas físicas potencializam a poética da cena?
Convidamos os artistas Kameron Steele e Lucienne Guedes para, nessa ocasião, articularem seus trabalhos e trajetórias a partir da questão que nomeia a conversa. A conversa é aberta ao público e propõe interação entre os participantes e os presentes.

¿Cómo las técnicas y prácticas físicas potencian la poética de la escena?
Invitamos a los artistas Kameron Steele y Lucienne Guedes para articular sus trabajos y trayectorias desde el tema que nombra esta conversación. La conversación es abierta al público y propone la interacción entre los participantes y los presentes


MARISA NASPOLINI

18 OUT 20H
LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS

Abrindo este evento haverá a Leitura Dramática do texto Insensatez de Maira Lour.
Este evento se inicia con la Lectura Dramatizada del texto Insensatez, de Maira Lour.

EVENTO GRATUITO

 

TPARTINDO DE SI: A ESCUTA DO CORPO NO CONTEXTO ESCOLAR

Esta fala traz o relato de experiências envolvendo performance, corpo, gênero e educação, nas quais se busca o encontro com a alteridade através do reconhecimento do outro e do reconhecer-se no outro. Valorizando a vivência em primeira pessoa, proponho pensar o/a professor/a de artes na escola como um/a educador/a somático/a, que proporciona experiências que legitimam a(s) subjetividade(s) como mote do processo criativo.

MARISA NASPOLINI é atriz, pesquisadora, professora e produtora cultural. Graduada em jornalismo, analista de movimento (LIMS-NY), mestre e doutora
em teatro (UDESC/Università di Roma 3), com pós-doutorado em Antropologia Social (UFSC). Foi professora do Departamento de Artes Cênicas por dez anos
e pesquisadora docente do Prof Artes (UDESC). Fundou o Vértice Brasil (The Magdalena Project), rede internacional de mulheres na cena. Autora dos livros “Confissões do corpo” e “Somos todos parte da mesma couve”. Prêmio ACLA Personalidade nas Artes Cênicas 2015. Atualmente dirige a Experimento Intercâmbio Cultural.

PARTINDO DE SI: A ESCUTA DO CORPO NO CONTEXTO ESCOLAR

Esta charla consiste en el relato sobre experiências relacionadas con la performance, el cuerpo, el género y la educación, en las cuales se busca el encuentro con la otredad a través del reconocimiento del otro y el reconocimiento en el otro. Valorando la experiencia en primera persona, me propongo pensar en el profesor de arte en la escuela como un educador somático, que proporciona experiencias que legitiman la(s) subjetividad(s) como el lema del proceso creativo.

MARISA NASPOLINI es actriz, investigadora, profesora y productora cultural. Graduada en periodismo, analista de movimiento (LIMS-NY), maestro y doctora en teatro (UDESC / Università de Roma 3), con postdoctorado en Antropología Social (UFSC). Fue profesora del Departamento de Artes Escénicas por diez años e investigadora docente del Prof Artes (UDESC). Fundó el Vértice Brasil (The Magdalena Project), red internacional de mujeres en escena. Autora de los libros "Confissões do corpo" y "Somos todos parte da mesma couve". Premio ACLA Personalidad en las Artes Escénicas 2015. Actualmente dirige ExperimentoIntercâmbio cultural.


JÉ OLIVEIRA

22 OUT 19h30

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS
EVENTO GRATUITO

 

 

Fala Pública:
Barro, palco, farinha, açúcar e gota d’água.
Ator, diretor e dramaturgo premiado (Questão de Crítica-RJ, Coca-Cola-SP, Olhares da Cena-POA), Jé Oliveira versará acerca de alguns expedientes sociológicos e musicais utilizados em mais de 20 anos de pesquisas teatrais., bem como sobre sua experiência com a tradução cênica da obra dos Racionais MC`s (1989) e da leitura social-racial do Gota D’Água (1975) de Chico Buarque e Paulo Pontes.

Jé Oliveira está graduando-se em Ciências Sociais na Universidade de São Paulo-USP. Ator, diretor e dramaturgo do Coletivo Negro, formado pela Escola Livre de Teatro de Santo André. Leciona dramaturgia no SESI Curitiba e por todo o pais pelo projeto “Sesc Dramaturgias”. Atualmente está circulando o país com Gota D’Água {PRETA}. “Farinha com Açúcar ou Sobre a Sustança de Meninos e Homens”, lhe rendeu a contemplação no 9o Olhares da Cena em 2019 e no 6o Prêmio Questão de Crítica em 2017.

 

Charla pública:
Barro, escenario, harina, azúcar y gota de agua.
Actor, director y dramaturgo premiado (Questão de Crítica-RJ, Coca-Cola-SP, Olhares da Cena-POA), Jé Oliveira hablará sobre algunos expedientes sociológicos y musicales utilizados en más de 20 años de investigación teatral y sobre su experiencia con la traducción escénica de la obra Racionais MC’s (1989) y la lectura social-radical de Gota D’Água (1975), de Chico Buarque e Paulo Pontes.

Jé Oliveira se está graduando en Ciencias Sociales en la Universidad de São Paulo-USP. Actor, director y dramaturgo del Colectivo Negro, graduado por la Escola Livre de Teatro de Santo André. Enseña dramaturgia en SESI Curitiba y por todo Brasil por el proyecto "Sesc Dramaturgias". Actualmente está de gira con Gota D'Água {PRETA}. Con "Harina con Azúcar o Sobre el Sustento de Niños y Hombres", fué premiado en 9o Olhares da Cena en 2019 y en 6o Prêmio Questão de Crítica en 2017.


STELA FISCHER

24 OUT 19h30

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS
EVENTO GRATUITO

 

 

Poéticas da transgressão: corpos
de mulheres artistas/ativistas
Poéticas da transgressão: corpos de mulheres artistas/ativistas”. Esta conversa irá tratar sobre o corpo erótico, ativista e feminista de mulheres artistas latino-americanas. Serão abordadas poéticas cênicas como via de articulação de contranarrativas cênicas em relação aos discursos de poder arraigados dos regimes regulatórios de nossas culturas. O transfeminismo, a pós-pornografia e a teoria dos corpos abjetos serão alguns dos temas levantados para dialogar com performances que têm como prerrogativa a denúncia, a resistência e o empoderamento a partir dos corpos.

STELA FISCHER Atriz e diretora, doutora em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, mestre em Artes/Teatro pela Universidade Estadual de Campinas. Autora do livro “Processo Colaborativo e Experiências de Companhias Teatrais Brasileiras” (Hucitec). É docente do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e da Universidade Estadual do Paraná/FAP, no curso de Bacharelado em Artes Cênicas. Em 2018, sua tese de doutorado “Mulheres, performance e ativismo: a ressignificação dos discursos feministas na cena latino-americana” ganhou o Prêmio Capes, de melhor tese em artes do Brasil. Em São Paulo, é responsável pelo Coletivo Rubro Obsceno, agrupamento de mulheres artistas com a finalidade de tratar as questões de gênero e ativismos feministas nas artes da cena.

Poéticas de la transgresión: cuerpos de mujeres artistas/activistas
Poéticas de la transgresión: cuerpos de mujeres artistas/activistas ". En esta conversación se tratará sobre el cuerpo erótico, activista y feminista de mujeres artistas latinoamericanas. Se abordarán poéticas escénicas como vía de articulación de contra narrativas escénicas en relación a los discursos de poder arraigados de los regímenes regulatorios de nuestras culturas. El transfeminismo, la post-pornografía y la teoría de los cuerpos abyectos serán algunos de los temas levantados para dialogar con performances que tienen como premisa la denuncia, la resistencia y el empoderamiento desde los cuerpos.

STELA FISCHER Actriz y directora, doctora en Artes Escénicas por la Universidad de São Paulo, maestro en Artes/Teatro por la Universidad Estadual de Campinas. Autora del libro "Processo Colaborativo e Experiências de Companhias Teatrais Brasileiras" (Hucitec). Es docente del Centro Universitario Belas Artes de São Paulo y de la Universidad Estaduall de Paraná/FAP, en el curso de Bachillerato en Artes Escénicas. En 2018, su tesis de doctorado "Mulheres, performance e ativismo: a ressignificação dos discursos feministas na cena latino-americana” ganó el Premio Capes, de mejor tesis en artes de Brasil. En São Paulo, es responsable por el Colectivo Rubro Obsceno, agrupación de mujeres artistas con la finalidad de tratar las cuestiones de género y activismos feministas en las artes de la escena.

DEMONSTRAÇÃO DE TRABALHO e MASTERCLASS / ​DEMOSTRACIÓN DE TRABAJOS y MASTERCLASS

 

ANA WOOLF

13 OUT 20h

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS EVENTO GRATUITO

 

 

Atrás da Cortina

Com direção de Júlia Varley, a cena é um convite para percorrer o caminho de uma mulher de teatro através de seus anos de formação no ofício, apresentando diferentes faces de um mesmo rosto. Fala das dificuldades, descontroles, maneiras de resolver, buscas, fracassos e sobre encontros com mestres para enfrentar temas como disciplina e emoção na preparação e no momento de enfrentar o público. Em cena aparecem fragmentos de espetáculos com o intuito de permitir entender e visualizar melhor o momento tão misterioso da passagem da técnica para a ficção cênica.

Atrás da Cortina

Dirigida por Julia Varley, la escena es una invitación a recurrir el camino de una mujer de teatro a través de sus años de formación en el oficio, presentando diferentes caras de un mismo rostro. Habla de las dificultades, descontrol, maneras de solucionar, búsquedas, fracasos y sobre encuentros con maestros para enfrentar temas como disciplina y emoción en la preparación y en el momento de enfrentar al público. En escena se ven extractos de espectáculos con el propósito de entender y visualizar mejor el momento tan misterioso de pasaje de la técnica a la ficción escénica.


 

 

IVÁN HAIDAR

15 OUT 20h

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS EVENTO GRATUITO

 

Outra Linha Todo tempo presente constrói um passado

Iván Haidar é duplicado. O seu eu real mistura-se com a sua versão virtual de tal forma que ambos acabam confusos sobre o mundo de onde vêm. Outra linha é uma divisão imaginária entre dois tempos que misturam, o passado com o presente. É também uma conversa consigo mesmo, uma insistente busca de alternativas para estar em relação a tudo o que existe, quando se está sozinho.

Outra Linha Todo tempo presente constrói um passado

Iván Haidar se duplica. Su yo real se mezcla con su versión virtual de manera tal que ambos acaban por confundirse respecto al mundo que provienen. Outra Linha es una división imaginaria entre dos tiempos que mezclan el pasado con el presente. También es una conversación con uno mismo, es una búsqueda constante de alternativas para estar en relación con todo lo que hay, cuando se está solo. Dirección, composición e Interpretación: Iván Haidar Asistencia y tutoría: Carolina Campos y João Fiadeiro Apoyos Económicos: Instituto Prodanza, Programa Iberescena. Agradecimientos: Cristian Vega, Adaline Anobile, Juan Onofri, Tamara Cubas, René Mantiñán, Constanza Copello, Atelier Re.Al., Festival Nido y Vil Teatro. Esta obra fué realizada con el subsidio del Instituto Prodanza- Ministerio de Cultura- Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires, y el programa de Residencias de Iberescena.


 

LUCIANNE GUEDES

20 OUT 20h

LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS EVENTO GRATUITO

 

 

AUTOEXAME DE CORPO DE DELITO

É um trabalho solo da atriz Lucienne Guedes, acompanhada do compositor e pianista Daniel Maudonnet. Submergindo entre o show e o monólogo teatral, entre a fala pública e a dança íntima, entre a política, o documento e a poesia, a peça fala de tudo aquilo que não é sobre “relacionamentos amorosos”, e, por causa disso, acaba revelando imaginários “femininos” pela via negativa, pela via da ausência. AUTOEXAME DE CORPO DE DELITO não é sobre o amor, a obra recusa o tema. Tirando muito da energia da música e do canto, a dança é impulsionada revelando o corpo de uma mulher em processo de sair da invisibilidade pública. As cenas se sucedem e fluem em alternância entre a representação e a narrativa, sendo uma espécie de teatro musical crítico e poético.

AUTOEXAME DE CORPO DE DELITO

Es un trabajo unipersonal de la actriz Lucienne Guedes, acompañada del compositor y pianista Daniel Maudonnet. Puesta entre el show y el monólogo teatral, entre la charla pública y la danza íntima, entre la política, el documento y la poesía, la obra trata de todo aquello que no es sobre "relaciones amorosas" y, a causa de eso, termina por revelar imaginarios "femeninos" por la vía negativa, por la vía de la ausencia. AUTOEXAME DE CUERPO DE DELITO no és sobre amor, la obra rechaza el tema. Usando mucha energía de la música y del canto, la danza es impulsada revelando el cuerpo de una mujer en proceso de salir de la invisibilidad pública. Las escenas se suceden y fluyen en alternancia entre la representación y la narrativa, convertiendose en una especie de teatro musical crítico y poético.


 

KAMERON STEELE

25 OUT 14H

LOCAL A DEFINIR

INGRESSO R$ 10,00

A OFICINA DE SUZUKI SERÁ CONCLUÍDA COM UMA MASTERCLASS ABERTA AO PÚBLICO, ORIENTADA POR KAMERON STEELE, COM OS PARTICIPANTES.EL TALLER DE SUZUKI SE CONCLUYE CON UNA MASTERCLASS PÚBLICO, IMPARTIDA POR KAMERON STEELE, CON LOS PARTICIPANTES.

AÇÕES PARALELAS /​ ACCIONES PARALELAS

LEITURA DRAMÁTICA LECTURA DRAMATIZADA INSENSATEZ DE MAIRA LOUR

18 OUT 19H30
LOCAL TEATRO JOSÉ MARIA SANTOS

EVENTO GRATUITO

Dramaturgia concebida em residência artística Brasil/Argentina para o Projeto Insensatez – o poema como corpo exposto, através do PROGRAMA IBERESCENA - AYUDA A LA CREACIÓN DRAMATÚRGICA Y COREOGRÁFICA EN RESIDENCIA 2016/17.

Este texto se fez inspirado pelas palavras das poetas Ana Cristina César (Brasil) e Alejandra Pizarnik (Argentina). Participação da atriz Ailén Scandurra.

Dramaturgia creada en residencia artística Brasil/Argentina para el Proyecto Insensatez - o poema como corpo exposto, a través del PROGRAMA IBERESCENA - AYUDA A LA CREACIÓN DRAMATÚRGICA Y COREOGRÁFICA EN RESIDENCIA 2016/17.

Este texto se hizo inspirado por las palabras de las poetas Ana Cristina César (Brasil) y Alejandra Pizarnik (Argentina). Participación de la actriz Ailén Scandurra.


LANÇAMENTO PUBLICAÇÃO SÚBITA

12 ANOS

19 OUT 17H

LOCAL alfaiataria

EVENTO GRATUITO

Integrando as comemorações de 12 anos da Companhia, a Súbita lança uma publicação em que a trajetória da companhia é narrada com textos e materiais produzidos pelos artistas que integram e colaboram com a companhia. O evento de lançamento compreende a distribuição e o compartilhamento do processo de criação da publicação.

A importância do registro e da memória no Teatro, por Francisco Mallmann

Integrando las celebraciones de 12 años de la Compañía, Súbita lanza una publicación donde su trayectoria es narrada con textos y materiales producidos por artistas que integran y colaboran con la compañía. En el evento de lanzamiento se hará la distribución y se compartirá el proceso de creación de la publicación.

La importancia del registro y de la memoria en el Teatro, por Francisco Mallmann


ENCERRAMENTO / CIERR

25 OUT 19H30

EVENTO GRATUITO

Em breve mais informações sobre o encerramento.

En breve más información sobre el cierre.


CONTATOS / ​CONTACTOS
plataformasubita@gmail.com

Projeto aprovado no Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura
PROFICE da Secretaria de Estado da Comunicação Social e da Cultura | Governo do Estado do Paraná