Espetáculo bilíngue Libras – Português

Uma história sobre duas atrizes, que em uma tarde como qualquer outra, tiveram suas vidas separadas pelo mar. O mar que carrega o luto e a dor. Um espetáculo solo que tenta agarrar o tempo com as mãos. Mãe e filha à deriva no oceano. “Se você me desse mais um segundo…” O que vc faria se tivesse mais tempo? A vida não tem ensaio.

 

 

O espetáculo solo “foi assim que o oceano invadiu a minha casa” trata do amor imenso que existe entre mãe e filha e do laço forte, entre essas duas amigas inseparáveis, que nem a própria “morte” (ou o que se entende sobre ela) pode romper. Esta obra fala do dia em que houve este aparente rompimento, do dia do fim de tudo, trata do exato momento em que esta separação física e sempre inesperada aconteceu, mostra a  impotência do ser humano perante o inevitável ciclo da vida. Fala sobre a dor mais profunda do mundo, sobre perder completamente a fé e resgata-la de uma forma ainda mais potente. Fala sobre renascimento, força e gratidão. Este solo bilíngue (português e libras) é uma homenagem de Helena de Jorge Portela (atriz e pesquisadora em teatro com língua de sinais) à sua mãe, melhor amiga e parceira de trabalho Claudete Pereira Jorge, grande atriz paranaense.

  • Festival de Curitiba Oficial – Mostra Novos Repertórios – Teatro José Maria Santos, Curitiba, mar/20
  • Temporada de Repertório, Edital Profice – Alfaiataria, Curitiba, nov/19
  • Mostra Boqueirão Encena, out/19
  • Mostra Claudete, Teatro Novelas Curitibanas Claudete Pereira Jorge, jul/19
  • FILO Londrina – Circulação de Repertório, Teatro Ouro Verde ago/19
  • Circulação de Repertório, Edital Profice – Maringá, Teatro da UEM, set/19
  • Circulação de Repertório, Edital Profice – Ponta  Grossa, Teatro Ópera, set/19
  • Temporada de Estreia – Teatro José Maria  Santos, Curitiba, fev/2019
  • Dramaturgia e Atuação: Helena de Jorge Portela
  • Direção: Maíra Lour
  • Direção de Produção: Michele Menezes
  • Trilha original e desenho de som: Alvaro Antonio
  • Iluminação: Beto Bruel
  • Operação de luz: Lucri Reggiani
  • Cenário: Guenia Lemos
  • Figurino: Val Salles
  • Interlocução artística – direção de movimento: Kátia Drumond
  • Orientação dramatúrgica: Camila Bauer
  • Treinamento de voz: Babaya
  • Supervisão em Libras: Talita Sharon Machado Simões, Peterson Simões e Lais Ribeiro Guebur
  • Produção executiva: Gabriela Berbert
  • Realização: Súbita Companhia de Teatro
  • Realização: Súbita Companhia de Teatro

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