TEMPORADA DE REPERTÓRIO
SÚBITA 12 ANOS

AMORES DIFÍCEIS
PORQUE NÃO ESTOU ONDE VOCÊ ESTÁ PROJETO HABITAT
6 SOLOS
Curitiba 2019

Em comemoração aos seus 12 anos a Súbita Companhia de Teatro realiza, através do edital Profice, com apoio da Copel, um projeto de manutenção de atividade continuada do grupo. Em 18 meses serão executados 08 projetos - ações de pesquisa, formação, intercâmbio, difusão, circulação, publicação, produção, democratização e acessibilidade - que contemplarão diversos públicos na cidade de Curitiba, no Estado do Paraná e internacional e que irão colaborar com a continuidade das atividades da Companhia.

Para iniciar, em junho em julho, será realizada em Curitiba uma TEMPORADA DE REPERTÓRIO, onde serão apresentadas duas peças do repertórios da Companhia e os 6 solos que compõe o projeto Habitat – Estudos do Corpo como Casa.

Para começar, as duas peças de repertório serão apresentadas no Teatro Novelas Curitibanas, na Mostra Claudete Pereira Jorge.

A entrada é GRATUITA em todos os espetáculos
Teatro Novelas Curitibanas
AMORES DIFÍCEIS // 27 A 30 JUNHO

27 a 30 de JUNHO (Quinta a Domingo) 20 HORAS
TEATRO NOVELAS CURITIBANAS // Rua Pres. Carlos Cavalcanti 1.222
ENTRADA GRATUITA
INDICAÇÃO 16 ANOS



Amores Difíceis aposta na metalinguagem para investigar o amor e seus embates. Na tentativa de encenar o conto “Aventura de um esposo e uma esposa” do escritor italiano Ítalo Calvino, quatro atores buscam referên- cias em cenas teatrais clássicas para compreender o cotidiano de um casal que praticamente não se encontra.

A passividade e a dureza presentes no texto “A Gaivota” de Tchecov, em contraponto com a passionalidade e a fúria em “Bodas de Sangue” de Garcia Lorca geram reflexões nos atores em cena. Cria-se um jogo que questiona os limites entre realidade e ficção, entre o que está determinado pela literatura ou dramaturgia e o que pode ser reescrito e transformado. Amores Difíceis traz a assinatura da Súbita Companhia na pesquisa con- tinuada em teatro físico e dramaturgia do gesto e levanta uma questão: afinal, o que realmente sabemos sobre o amor?

Espetáculo realizado pelo edital Mecenato Subsidiado com incentivo da CELEPAR estreou em abril de 2013 no Teatro Novelas Curitibanas. Indi- cado em 02 categorias do Prêmio Troféu Gralha Azul: * Melhor espetáculo * Melhor Direção - Maíra Lour

PORQUE NÃO ESTOU ONDE VOCÊ ESTÁ // 04 A 07 JULHO

04 A 07 DE JULHO (Quinta a Domingo) 20 HORAS
TEATRO NOVELAS CURITIBANAS // Rua Pres. Carlos Cavalcanti 1.222
ENTRADA GRATUITA
INDICAÇÃO 16 ANOS

O espetáculo trata da relação peculiar entre um homem e uma mulher que constroem ao longo do tempo estratégias de convivência e de comu- nicação. Eles criam uma infinidade de regras para as suas ações cotid- ianas e reinventam a comunicação através de uma linguagem própria, elaborada a partir de gestos e ações corporais que só eles compreendem. Em seu apartamento demarcam territórios “Lugares Algo” e “Lugares Nada”, ambientes onde existem ou deixam de existir um para o outro.
A partir da sobreposição entre presente, passado e futuro, memórias são reveladas num jogo cênico que reflete a dificuldade de interagir com o outro e que questiona a fragilidade das relações humanas.


Espetáculo realizado através do Fundo Municipal de Cultura estreou em 2012 no Teatro Novelas Curitibanas. Recebeu 08 indicações ao Prêmio Troféu Gralha Azul nas categorias: *Melhor Espetáculo *Melhor Direção – Maíra Lour *Melhor Atriz – Janaina Matter *Melhor Atriz Coadjuvante – Helena Portela *Melhor Composição Musical – Edith de Camargo *Melhor Figurino – Cristine Conde *Melhor Cenário – Enéas Lour *Melhor Iluminação – Beto Bruel

Teatro Novelas Curitibanas

HABITAT – ESTUDOS DO CORPO COMO CASA
A seguir as sinopses das peças/ solo que compõe o projeto e serão apresentados em temporada de quinta a domingo, entre 11 e 28 de julho, na Alfaiataria (serão apresentados dois solos por dia)

PIRATARIA + T AO CUBO

PIRATARIA
Victor Hugo

Uma tentativa de fuga, um escape, uma mensagem codificada, uma corrente. gritaria. a pele, o maior órgão do corpo. um vírus. você acha que eu estou ficando louco? você vai me deixar aqui? Uma ficção visionária, um holograma, arquivo oculto, um corpo no espaço.

Ficha Técnica
Direção: Maíra Lour Dramaturgia de Performance: Victor Hugo Santos Orientação em Dramaturgia: Camila Bauer Interlocução artística: Ricardo Marinelli Treinamento de voz: Babaya Trilha Sonora/Desenho de som: Álvaro Antonio Cenário: Guenia Lemos Iluminação: Beto Bruel Figurinos: Val Salles Direção de Produção: Michele Menezes


T AO CUBO
Cleydson Nascimento

T3, o solo autoral do ator Cleydson Nascimento, é um convite para conhecer o corpo/casa de alguém que deseja expandir-se no tempo-espaço, ir além dos limites do corpo, transfigurar a matéria, gargalhar da rigidez do pensamento newtoniano, dançar nu sem paredes, dar vasão para outra consciência humana, profetizar o quântico, observar a imensidão, ser o infinito. No seu habitat ele se multiplica no espaço-tempo, joga com as possibilidades do universo, insiste em ser teletransportado mesmo que isso lhe custe a desfragmentação, ri e se espanta com o caos.
Espetáculo concebido para a Mostra Drama_1 da Companhia Bife Seco. Estreou em novembro de 2015 no Teatro Novelas Curitibanas e participou da Mostra Novos Repertórios 2017.

Ficha Técnica
Direção: Maíra Lour Dramaturgia de Performance: Cleydson Nascimento  Assistência de direção e Preparação Corporal - Suzuki: Janaina Matter Trilha Sonora/Desenho de som: Álvaro Antonio Cenário: Guenia Lemos Iluminação: Beto Bruel Direção de Produção: Michele Menezes

O ARQUIPÉLAGO + FOI ASSIM QUE O OCEANO INVADIU A MINHA CASA

O ARQUIPÉLAGO
Pablito Kucarz

No solo o artista leva a cena a história de sua mãe. Uma mulher comum, como diversas outras mães que abandonaram sua casa muito jovens para trabalhar na cidade grande. Também se permite questionar esta história quando, em busca de sua própria identidade, se confronta com temas como preconceito, bullying, machismo e violência. Com tom suave a narrativa tem ares de fábula pessoal ao lançar mãos de metáforas poderosas: a família que é um arquipélago, juntos porém separados pela água salgada; o garoto mariposa, agredido por ser diferente dos outros garotos; a pedra lançada como um projétil que ao invés de ferir prefere dançar.

Ficha Técnica
Direção: Maíra Lour Dramaturgia de Performance: Pablito Kucarz Orientação em Dramaturgia: Camila Bauer Interlocução artística: Lígia Souza Oliveira Colaboração movimento: Ane Adade Assessoria em Canto: Paola Pagnosi Treinamento de voz: Babaya Trilha Sonora/Desenho de som: Álvaro Antonio Cenário: Guenia Lemos Iluminação: Beto Bruel Figurinos: Val Salles Direção de Produção: Michele Menezes


FOI ASSIM QUE O OCEANO INVADIU A MINHA CASA
Helena de Jorge Portela

Uma história sobre duas atrizes, que em uma tarde como qualquer outra, tiveram suas vidas separadas pelo mar. O mar que carrega o luto e a dor. Um espetáculo solo que tenta agarrar o tempo com as mãos. Mãe e filha à deriva no oceano. “Se você me desse mais um segundo...” O que você faria se tivesse mais tempo?
Espetáculo bilíngue (Libras e Português)

Ficha Técnica
Direção: Maíra Lour Dramaturgia de Performance: Helena de Jorge Portela Orientação em Dramaturgia: Camila Bauer Interlocução artística: Katia Drumond Treinamento de voz: Babaya Trilha Sonora/Desenho de som: Álvaro Antonio Cenário: Guenia Lemos Iluminação: Beto Bruel Figurinos: Val Salles Direção de Produção: Michele Menezes

UMA HISTÓRIA SÓ + MULHER, COMO VOCÊ SE CHAMA?

UMA HISTÓRIA SÓ
Conde Baltazar

Meu corpo é uma casa que é vizinha da casa do meu filho. Um homem, um pai, conta através do seu corpo esburacado, sua relação com a infância, seu pai, seu avô.... Um buraco que começou pequeno, uma falta quase invisível e a ausência se instalou na carne e o silêncio se tornou uma mochila para guardar as memórias dos dias.
A paternidade é esse labirinto infinito.

Ficha Técnica
Direção: Maíra Lour Dramaturgia de Performance: Conde Baltazar Orientação em Dramaturgia: Camila Bauer Interlocução artística: Gladis Trdapalli Assessoria em Dramaturgia: Ligia de Souza Oliveira Treinamento de voz: Babaya Trilha Sonora/Desenho de som: Álvaro Antonio Cenário: Guenia Lemos Iluminação: Beto Bruel Figurinos: Val Salles Direção de Produção: Michele Menezes


MULHER, COMO VOCÊ SE CHAMA?
Janaina Matter

Este solo parte de uma inquietação em relação ao apagamento das mulheres na história do mundo. De um contexto amplo até a aproximação com a intimidade da atriz e das mulheres da família, o espetáculo ressignifica nomes e feitos históricos como forma de reviver, resgatar, enaltecer e corporificar a presença das mulheres no passado, no presente e sensibilizar sua força para o futuro.

Ficha Técnica
Direção: Maíra Lour Dramaturgia de Performance: Janaina Matter Orientação em Dramaturgia: Camila Bauer Interlocução artística: Francisco Mallmann Treinamento de voz: Babaya Trilha Sonora/Desenho de som: Álvaro Antonio Cenário: Guenia Lemos Iluminação: Beto Bruel Figurinos: Val Salles Direção de Produção: Michele Menezes